quinta-feira, 26 de setembro de 2013

EGITO - Ditadura fecha jornal da Irmandade Mulçumana.


Ditadura do Egito fecha jornal da Irmandade Muçulmana


Da Agência Brasil
As forças de segurança egípcias fecharam hoje (25) as instalações do jornal da Irmandade Muçulmana, organização que apoiava o ex-presidente Mohamed Mursi. A operação das autoridades ocorreu depois que um tribunal do Cairo ordenou a interdição de todas as atividades da Irmandade Muçulmana e de todos os grupos que estão ligados à organização. Também foram proibidas as manifestações de apoio ao ex-presidente Mursi, deposto em julho por militares. A organização tem até o dia 2 de outubro para recorrer da interdição de suas atividades.
Em comunicado, os jornalistas do Al Hourreya Wal Adala, o órgão oficial da Irmandade Muçulmana, confirmam que as instalações foram fechadas e toda a documentação confiscada. “Nós, jornalistas do Al Hourreya Wal Adala, condenamos o encerramento do jornal pelas forças do golpe de Estado”, informaram os repórteres referindo-se às novas autoridades no poder no Egito, após a destituição de Mursi.
Os autores do documento disseram que têm trabalhado sob pressão e intimidações das forças de segurança contra o jornal, que mudou o local da sede de publicação, anteriormente no centro da capital. O site da Irmandade Muçulmana diz ainda que a operação da polícia foi efetuada sem qualquer aviso ou decisão judicial.
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGIsso não vai dar certo. A perseguição aos muçulmanos, que são maioria no Egito, vai conduzir o país a um banho de sangue, com atentados e tudo mais. O Egito era o país árabe mais ocidentalizado. A nova ditadura militar fará o povo ter saudades do Rei Farouk, derrubado na década de 50 pelos militares, que nunca mais deixaram o Poder. (C.N)

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